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O glúten faz mal
à saúde?

A alimentação é um dos pilares para uma vida mais saudável. Há quem diga que você é o que você come. De tempos em tempos algum alimento passa de herói a vilão na alimentação para, quem sabe, ser herói novamente ali na frente. Café, ovo, manteiga, sal, entre outros, já passaram por essa “vida dupla”.

Quem está com o conceito baixo no momento é o glúten. Mas, no fundo, você sabe o que é o glúten? O glúten faz mal à saúde?

Neste artigo, vamos responder às perguntas mais comuns sobre o tema. As respostas podem te surpreender.

Há uma onda de críticos em relação a essa proteína. Entre as dietas mais populares da atualidade estão as chamadas glúten free, em que a rotina alimentar consiste em comer somente alimentos que não contém glúten. Mas será que ele faz tanto mal assim?

O glúten realmente faz mal?

Difícil descobrir de onde surgiu essa teoria, embora existam algumas evidências que vamos mostrar mais adiante. Apesar do preconceito, não há ainda estudos científicos que comprovem que o glúten faça mal à saúde. No fundo, ele não faz nem bem nem mal.

Ele nada mais é do que uma proteína formada pela misturada de outras proteínas com água e submetida a mistura mecânica. Ela promove a elasticidade da massa, além de ser responsável pela retenção de gases da fermentação, possibilitando que ocorra o crescimento da massa.

As proteínas, entre elas o glúten, são nutrientes essenciais para a manutenção e aumento da massa muscular.

Entre os papéis desempenhados por elas está o transporte de oxigênio, além de ser parte importante da estrutura de músculos e hormônios.

Uma alimentação com a ausência de proteínas pode causar problemas ao organismo por ela estarem presente em alimentos que contém carboidratos, ferro, zinco e fibras.

O glúten engorda?

Ok, então, até aqui, o glúten está neutro, não faz nem bem nem mal. Mas então, o glúten engorda, certo?

Errado. O glúten por si só não faz você ganhar peso. Tirá-lo de sua dieta também não garante que você perderá massa corporal.

Talvez você vá rebater essa afirmação dizendo que conhece alguém que ficou sem comer alimentos com glúten e emagreceu e que, portanto, a dieta faz efeito.

Pode ser verdade, mas a perda de peso não está ligada diretamente ao glúten.

O que acontece é que ele está presente em diversos alimentos altamente calóricos, como massas e bolachas, ricos em carboidratos e gorduras. Então, ao cortá-los da sua alimentação, é uma tendência de que você vá emagrecer. Mas isso não acontece devido ao glúten, mas sim pela composição dos alimentos como um todo.

Os celíacos

Mas existe um grupo específico de pessoas que precisa fazer uma dieta grúten free. São os celíacos. Para elas, o glúten realmente faz mal, pois essa proteína específica causa um processo inflamatório, pois o organismo não consegue absorver todos os nutrientes dos alimentos com glúten.

O único tratamento é ter uma alimentação sem a presença dessa proteína. Quando isso acontece, os sintomas desaparecem. Ressalta-se a diferença entre doença celíaca e intolerância ao glúten

Na doença, ocorre danos no intestino. Na sensibilidade ao glúten, o corpo reage mal à proteína em si.

Uma consulta com um médico e a realização de exames é a única maneira eficaz de aferir se a pessoa tem ou não a doença celíaca.

Como os sintomas são bastante variados, eles podem estar relacionados a outros problemas de saúde. 

Ela é genética e normalmente acomete pessoas da mesma família.

Existem três fatores que aumentam a probabilidade de ser um celíaco.

  • Diabetes tipo 1
  • Síndrome de Down
  • Doenças da tireóide

Como essa doença é autoimune, não há cura. A única maneira de evitá-la realmente é cortar o glúten da dieta alimentar.

Entre alguns sintomas para este grupo quando o glúten é consumido estão:

  • diarréia ou prisão de ventre crônica;
  • dor abdominal
  • inchaço na barriga
  • danos à parede intestinal
  • falta de apetite
  • baixa absorção de nutrientes
  • osteoporose;
  • anemia
  • perda de peso e desnutrição

O exercício físico não possui uma influência direta sobre a doença celíaca, mas atua no combate de algumas consequências como a osteoporose, por exemplo. Nesses casos, para minimizar o problema, recomenda-se a combinação de exercícios de força e impacto para proteger os ossos.

Mas o mais importante para os celíacos é ter um acompanhamento nutricional para que o organismo fique bem nutrido apesar da restrição alimentar.

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